Orquídea Chuva-de-Ouro

A conhecida popularmente como orquídea chuva-de-ouro tem um nome científico nada muito fácil, Oncidium. E esse nome dá origem ao seu segundo nome popular, o de oncídio. Com esse nome não fica dúvidas a que categoria ela pertence, a das orquídeas e o nome da sua família é Orchidaceae.  Quando o assunto é temperatura, clima, a orquídea chuva-de-ouro é bem eclética, ela se adapta bem  ao clima tropical, subtropical, equatorial e oceânico.

A orquídea chuva-de-ouro é originária da América do Norte, da América Central, da América do Sul e do México e se vamos falar do tipo de luminosidade que essa planta gosta, sem dúvidas, o seu lugar preferido é a meia sombra. Ela pode chegar a medir entre 0.1 a 0.3 metros e em alguns casos, chegar a 0.4 metros, mais raros, porém, e o seu ciclo de vida é perene. O que significa que o seu ciclo de vida é de longa duração.

Conheça Mais Detalhes das Características da Orquídea Chuva-de-Ouro

Daqui para frente vamos chamá-la pelos nomes populares, orquídea chuva-de-ouro ou oncídio. Vale ressaltar que esse nome também pode ser uma referência a um grande conjunto de espécies de orquídeas. Neste caso, obviamente, todas elas pertencem a mesma família.

Esse gênero Oncidium é bem fácil de reconhecer porque qualquer planta dessa espécie apresenta um calo que fica localizado bem na base do labelo da flor. Podemos dizer que a mais popular de todas as plantas dessa espécie é aquele que possui as flores completamente amarelas, cujo nome científico é Oncidium varicosum.

Apesar de falarmos em orquídea chuva-de-ouro, o que nos remete imediatamente a plantas amarelas, nem todas as flores que brotam de um oncídio possuem essa cor. Elas podem ser amarelas sim, mas também, alaranjadas, marrons, verdes e até mesmo com a “estampa” tigrada.

Ainda falando de características marcantes que distinguem bem as orquídeas chuva-de-ouro podemos destacar as pétalas e as sépalas, que em relação ao labelo se apresenta inferiormente menores. A grande parte delas são epífitas e tem os pseudobulbos achatados e ovalados. Cada um deles possui no máximo quatro e no mínimo 2 folhas. Normalmente, essa planta com essa característica é usada como flor de corte.

Falando do Cultivo da Orquídea Chuva-de-Ouro

Essa espécie gosta da meia sombra não só para viver sob ela, mas também na hora do cultivo. Para ela é necessário criar um substrato especial que deve ser preparado com materiais como casca de pinus, fibras de coco e epífitas.

A orquídea chuva-de-ouro pode ser plantada em vasos e uma outra maneira muito usual de cultivar essa planta é fixando-a em troncos de árvores usando sisal ou barbante.

Essa planta não poderá ficar com o substrato seco de jeito nenhum, ela precisa de umidade e por isso, a rega deve ser feita toda vez que a terra estiver seca. Apesar de não ser “fã” de frio, a orquídea chuva-de-ouro consegue tolerar baixas temperatura.

Sobre o Cultivo da Orquídea Chuva-de-Ouro

A orquídea chuva-de-ouro pode ser multiplicada usando a técnica da divisão de plantas e para fazer isso três pseudobulbos devem ser mantidos em cada uma das mudas que deverão ser multiplicadas. Já para o uso comercial da planta, a sua multiplicação indica é através de sementes.

O cultivo com sementes, em geral,  pode ser da seguinte forma (verificar o melhor modo para orquídea chuva-de-ouro:

  • Elas podem ser colocadas a meia sombra, sob a proteção de estufas, sob a proteção de telhados, ao ar livre, em bandejas, em caixas ou em canteiros
  • Normalmente, plantas ornamentais são semeadas usando terra fofa para cobri-las ou pó de serragem e colocadas em sulcos rasos. Mais ou menos, o mesmo método usado para semear hortaliças.

Veja como é feita a semeadura utilizando bandejas:

  • As bandejas devem ser de isopor e as adequadas são vendidas em lojas especializadas.
  • É uma etapa muito importante para o cultivo de novas plantas e por isso deve ser feitas seguindo todas as condições necessárias daquela determinada espécie. Em geral, o solo deve ser umedecido e nunca pode ser completamente seco ou exageradamente molhado. As sementes devem ser colocados respeitando o espaço entre elas e nunca em grande quantidade no mesmo espaço.
  • Para evitar que fiquem espaços vazios, uma vez que algumas sementes podem não germinar, coloque sempre várias em cada um deles.
  • Respeite o tamanho do sulco de acordo com o tamanho da semente, cada planta possui a sua indicação individual.
  • A regra geral para terminar o cultivo de qualquer semente é rega no final. Logo depois de semear, nos primeiros dias, a quantidade de água deverá ser grande, porém, nunca jogue em jatos forte, prefira regadores com lâmina fina. Peça conselhos na loja onde você irá comprar o regador.
  • Depois de semear na bandeja ela deverá ser colocada em um lugar que não tenha muito luz, nem pense em deixar sob o sol pleno, no máximo a meia sombra, não muito recomendado, e num lugar bem arejado, fresco. A bandeja de isopor não pode ser colocada sobre superfície lisa que não deixa que o escoamento de água aconteça da forma correta.
  • As regas enquanto as sementes estiverem na bandeja de isopor devem ser regulares porque esse tipo de material faz com que seque rapidamente. Porém, molhar bem não significa encharcar a terra. Por isso, use sempre lâminas finas de água. Um jato d’água pode acabar deslocando uma muda ou destruindo outra frágil.
  • Espere até que as plantas se desenvolvam deixando a bandeja no canto dela durante um período. O correto, para saber que a germinação está dando certo é deixar chegar de 5 a 10 centímetros de altura. Para isso, normalmente, a quantidade de dias varia entre 10 a 20. As plantas terão força suficiente para resistirem a retirada para serem plantadas em outro lugar. Mas, fique atento as indicações que gostam na embalagem da semente, que indicam exatamente o tamanho e o tempo necessário aguardar para transplantar as mudas. Tempo esse que não pode ser superado para evitar o atrofiamento das plantas.

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Categoria(s) do artigo:
Naturais

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